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Mais do que uma aula, um treino eficiente!

 

RPM combina os efeitos de 2 modalidades de treinamento: o treinamento Cardiovascular e o treinamento associado a pequenos tiros de intensidade.

Quais são os benefícios principais desses 2 métodos de treinamento?

TREINAMENTO CARDIOVASCULAR

É o que a maioria das pessoas está fazendo quando sobe em uma esteira ou em uma bicicleta estacionária.
Trata-se de manter períodos longos de exercício trabalhando entre 60% e 80% da sua frequência cardíaca máxima, desafiando a musculatura a manter-se trabalhando por um longo período de tempo.

Este tipo de treinamento gera as seguintes mudanças:

Melhora da capacidade aeróbica.

O treinamento Cardiovascular melhora a sua capacidade aeróbica, o que significa melhorar a nossa capacidade de enviar oxigênio aos músculos quando eles necessitam.

Melhora o funcionamento do coração.

A melhora da função cardíaca diminui a frequência cardíaca de repouso e melhora o volume de sangue bombeado pelo coração a cada batida.

Reduz a pressão arterial, diminui os níveis de colesterol e gordura corporal. O treinamento Cardiovascular tambémreduz a pressão arterial, diminui os níveisde colesterol e aumenta a mobilização e utilização dos estoques de gordura corporal, promovendo a queima do tecido adiposo. Os acidentes cardiovasculares são os maiores causadores de morte no ocidente e todas essas mudanças ajudam a diminuir os riscos de acidentes associados a essas condições.

PEQUENOS TIROS DE INTENSIDADE

O segundo lote de benefícios é gerado pelos Picos de Intensidade promovidos a cada fase do treinamento.

Em alguns destes picos, os ciclistas mais experientes podem atingir intensidades próximas de 85% da frequência cardíaca máxima. Treinar nesta intensidade por períodos curtos de tempo aceleram nossos ganhos em condicionamento físico.

As mudanças experimentadas através deste tipo de treinamento incluem:

MUDANÇAS ACELERADAS EM NOSSO VO2

O aumento de intensidade por curtos períodos de tempo, em conjunção com a base de treinamento cardiovascular tem apresentado rápidas melhoras nos níveis de VO2.

MUDANÇAS NA COMPOSIÇÃO CORPORAL

Ao incluir estes tiros curtos de intensidade no treinamento, provocamos mudanças na nossa composição corporal. Muitos estudos têm demonstrado que incluir essas variações de intensidade é mais eficiente para reduzir o tecido adiposo que o treinamento em steady state – no qual mantemos a intensidade de esforço constante durante todo o período de treinamento.

E como sabemos que o RPM nos leva a esses resultados?
Um estudo conduzido na Universidade Loughborough, no Reino Unido (1) mediu os efeitos da prática de RPM por 8 semanas em indivíduos que não praticavam atividades físicas regularmente. Participando de aulas 3 vezes por semana, sem mudanças na dieta, foram verificados os seguintes benefícios: Aumento de 11% no VO2.
Redução de 7% na pressão arterial Sistólica.
Redução de 13.6% na gordura corporal. Redução total de 13% nos níveis de colesterol, incluindo uma redução de 23.3% do LDL – também conhecido como o “mal” colesterol.

Os participantes também perderam – em média – 3cm na sua circunferência abdominal.

Os participantes neste teste tiveram uma taxa de participação de 95% durante os estudos, o que é uma taxa bastante alta para este tipo de população. Muitos deles chegaram a alcançar 95% da sua frequência cardíaca máxima durante o treinamento – o que indica a eficiência do programa em criar pequenos picos de intensidade em conjunto com a base do treinamento cardiovascular.

O RPM entrega os benefícios combinados de condicionamento cardiovascular com muitos picos de intensidade, com a vantagem de uma excelente instrução e música incrível, que aumenta a participação de alunos além daquela que normalmente é verificada neste tipo de treinamento.

PEDALANDO COM VELOCIDADE

RPM utiliza variações de velocidade em algumas partes da aula, estimulando os participantes a pedalar em cadências acima de 140rpm, dependendo dos seus níveis de experiência e habilidade.

Uma revisão da literatura (2) sobre treinamento em alta cadência ilustrou os seguintes fatos a respeito deste tipo de treinamento:
Ao contrário do que se temia, o ciclismo em alta cadência não parece proporcionar aumento no risco de lesões.

A maior parte dos fatores de risco estão associadas aos ajustes na bicicleta e erros na técnica de ciclismo. Portanto, auxiliar alunos novos em relação ao ajuste da bike – assegurando que eles executem uma boa técnica de pedalada e apenas aumentem a velocidade à medida de suas capacidades – atenderá a essas preocupações.

A revisão também mostrou que o treinamento de alta cadência foi utilizado para aumentar o gasto calórico e incentivar a ativação de fibras musculares tipo II. Incluindo intervalos de velocidade no RPM oferecemos variedade e proporcionamos grandes benefícios de treinamento.

Por isso confiamos tanto no programa RPM e temos tantas aulas no nosso quadro, encontre o seu melhor horário e venha treinar conosco essa incrível aula!

joao

João Marcelo Siqueira

(1) O Ciclismo em Grupo é uma intervenção efetiva para aperfeiçoar a saúde cardio-metabólica em indivíduos sedentários com sobrepeso.
Faulkner SH, apresentado no Congresso Europeu de Obesidade de 2015

(2) O uso do ciclismo em alta cadência e suas aplicações no RPM.
John Lythe 2009

BODYCOMBAT uma incrível maneira de melhorar a força do “CORE”.

A melhor maneira de desenvolver a força do “core” (basicamente, músculos abdominais e lombares) é através de flexões abdominais no solo, certo?

Bom, não necessariamente. Pesquisas mostram que em uma aula de BODYCOMBAT ™ você pode obter todos os benefícios do treinamento do “core” e fazer mais de 1.700 abdominais antes mesmo de deitar para começar o treino de abdominal!

Não importa quais são os seus objetivos com fitness, o “core” é algo que você não pode ignorar. Um “core” forte é vital para a saúde do corpo inteiro, pois ele nos proporciona estabilidade, ajuda com equilíbrio e pode ajudar com a prevenção de lesões.

Quando se trata de desenvolver essa força, muitos acreditam que as flexões abdominais são a melhor opção, mas um estudo do Dr. Jinger Gottschall na Penn State University prova que pode não ser exatamente assim. Esta pesquisa prova que o BODYCOMBAT proporciona um dos melhores exercícios para o “core”.

Como eles descobriram isso?

Durante o estudo da Penn State, Dr Gottschall contatou um grupo de 20 participantes (incluindo alguns instrutores BODYCOMBAT) e cada participante fez flexões abdominais, socos e chutes, ligados a uma máquina de EMG (Eletromiografia). Os participantes tiveram eletrodos colocados sobre os músculos do “core” relevantes, neste caso, o músculo reto abdominal e os oblíquos externos, e um computador monitorou a ativação muscular. Quanto maior a ativação, mais os músculos estão trabalhando.

Cada um dos participantes realizou todos os movimentos de uma aula de BODYCOMBAT (nesse caso BODYCOMBAT 51), e os níveis de ativação dos chutes e socos foram comparados aos níveis de ativação das flexões abdominais. Em todas as comparações foram identificados níveis de ativação muito maior nos movimentos de BODYCOMBAT do que nas tradicionais flexões abdominais.

A maior ativação do “core” veio dos chutes duplos, que resultou em 2,3 vezes maior do que nas flexões. Em jabs rápidos a diferença foi de 1,6 vezes maior do que nas flexões. Somando todos os movimentos do BODYCOMBAT 51, e tendo em conta o aumento da ativação, chegamos ao numero equivalente a 1.700 flexões abdominais.

Rachael Newsham, diretora do programa BODYCOMBAT, diz que a pesquisa é uma grande revelação. Ela sempre soube que, durante um treino BODYCOMBAT, muita força vem dos abdominais, mas ela não tinha ideia exata de quanta. “Isso prova que o core está trabalhando muito! Movimentos como jabs e joelhadas fornecem uma ativação incrível do “core”. Esta é uma notícia incrível, pois significa que você pode obter um ótimo treino de abdominais com o BODYCOMBAT, e queimar muitas calorias ao mesmo tempo “.

A razão pela qual o BODYCOMBAT é um treino eficaz para os músculos abdominais é por causa de algo chamado “reactive core training”. Isso é o que acontece quando você ativa o “core” através de movimentos naturais fazendo os músculos do abdômen desempenhar a função para a qual foram criados.

Jabs e chutes são grandes exemplos de “reactive core training”. Este tipo de treinamento desenvolve a força funcional do “core” – e essa é a força do abdomem que você precisa para a vida cotidiana.

Então, com isso em mente, prepare-se para quebrar a tradição e obter um ótimo treino de abdominal, com os resultados comprovados com a aula de BODYCOMBAT e com o reactive core training. Afinal, você pode obter todos os benefícios de 1.700 flexões sem fazer nenhuma flexão abdominal no solo!

Está esperando o que? Confira o nosso quadro de aulas coletivas e não perca essa oportunidade.