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É melhor fazer exercício presencial ou virtual?

Eu lembro de uma conversa que tive com uma turma de Educação Física da UFSC, onde conversamos sobre exercícios o mundo digital. Na época eu afirmei que o digital nunca iria substituir o presencial, sabemos que nossa comunicação é muito mais não verbal que verbal, portanto conseguimos entregar mais conteúdo ao vivo que por uma tela. Eu jamais imaginava que passaríamos por um momento onde não existisse outra opção além do digital, e quando isso aconteceu, eu precisei me adaptar e entender como podemos ainda que forma mais distante, entregar nosso serviço que é ajudar as pessoas a se cuidarem através do movimento com tanta qualidade quando de forma presencial.

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6 passos para emagrecer!

Para perder peso e diminuir seu IMC, você precisará de um programa que possa seguir a longo prazo. Abaixo estão algumas dicas para fazer mudanças em sua dieta, exercícios e estilo de vida em geral que você pode continuar com o tempo. E se você ainda não está pronto para se concentrar em perder peso, leia mesmo assim – mesmo apenas parar de ganhar peso para evitar que sua saúde piore é um primeiro passo bem-sucedido.

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Saúde integral: A conexão entre saúde física, mental e alimentação.

 

Quando se fala em saúde, temos que analisar do ponto de vista de vários pontos. Saúde não é somente a ausência de doenças, e sim um estado de ótimo funcionamento do corpo todo.

Pensando nisso, a Gogood realizou uma semana de conversas sobre o assunto.

Hoje no nosso blog quero deixar essa conversa sobre SAÚDE INTEGRAL que nosso diretor técnico e Profissional de Educação Física Willian Yuki participou com a Nutricionista Carolina Baldança, e a Psicóloga Cristiane Cabreira.

Sem mais, deixo vocês com o vídeo da conversa! Aproveitem:

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Como escolher a atividade física e a academia ideal?

Confira abaixo o resumo do bate-papo entre Bruno Rodrigues, CEO da GoGood, Alessandro Mendes, CEO da Arqueiros, e Elis Motta, CEO da Run Fitness Club, que aconteceu dia 05/agosto/2020, sobre como escolher uma academia e uma atividade física ideal para você! 

– Entenda qual é a missão da empresa e se ela realmente quer ajudar você;

– Procure um empresa ou profissional que você se conecte com sua missão e valores e que tenham pessoas com o comportamento parecido com o seu;

– Verifique se a empresa entrega o que promete, leia comentários e avaliações de clientes;

– Frequente um ambiente onde você se sente bem, que tenha um clima positivo e amigável, por isso selecione algumas opções e vá conhecer pessoalmente;

– Verifique quais são os materiais e serviços de apoio que a academia oferece, além da atividade física, que podem te ajudar com o inicio do desenvolvimento do hábito;

– Experimente mais de uma opção para poder decidir com mais segurança. Aula experimental ou uma semana teste;

– Qualquer atividade física serve, o importante no início é se movimentar! Desde passear com o cachorro na rua até substituir o elevador pela escada. É bom fazer atividades diferentes para não enjoar, e faça as que estiverem ao seu alcance, mais perto da sua casa ou do seu trabalho, para que seja fácil ir. Se seguir as recomendações anteriores, você vai encontrar o ambiente ideal para você e vai gostar de fazer atividade física que este ambiente oferece.

COVID 19 – Exercícios podem proteger contra complicações mortais.

Uma única sessão de exercício aumenta a produção de um antioxidante crítico, chamado EcSOD, ajudando a reduzir os efeitos da infecção por COVID-19.

 

Resumo: O exercício regular pode ajudar a prevenir ou reduzir a gravidade da SDRA para pessoas com coronavírus. Uma única sessão de exercício aumenta a produção de um antioxidante crítico, chamado EcSOD, ajudando a reduzir os efeitos da infecção por COVID-19.

Fonte: Sistema de Saúde da Universidade da Virgínia;

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Academias são seguras? Veja esse estudo com mais de 3.000 (Três Mil) participantes:

Um estudo acadêmico de larga escala concluiu que “não existe ameaça de aumento da propagação do COVID-19” nas instalações de fitness, mesmo quando ocorre treinamento intensivo.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Oslo, liderada pelo professor Michael Bretthauer, investigou a transmissão do SARS-CoV-2 (o vírus responsável pelo COVID-19) – e se era atribuível às academias.

academias são seguras?

“Nosso estudo não mostrou transmissão de vírus ou aumento da doença COVID-19 relacionada à abertura de academias”, disse Bretthauer.

A pesquisa – a primeira do gênero na Europa – estudou 3.764 membros do público, com idades entre 18 e 64 anos, que não tinham comorbidades relevantes ao COVID-19.

Aproximadamente metade (1.896) das pessoas teve acesso a academias, enquanto a outra metade (1.868) – um grupo de controle – não.

Os primeiros tiveram acesso a cinco academias – SATS Sjølyst e CC Vest (dois clubes de saúde pertencentes ao gigante nórdico do fitness SATS), STOLT Stovner e Rommen (ambos operados pela cadeia de academias STOLT Trening) e EVO Bryn (um ginásio de propriedade e operado por EVO Fitness Group).

As instalações foram abertas a partir de 22 de maio de 2020 especificamente para o estudo – enquanto a Noruega ainda estava fechada – e as atividades disponíveis nas academias incluíam serviços que os clubes normalmente forneciam, desde treinamento individual a aulas em grupo (incluindo spinning e yoga).

Aqueles que visitavam uma academia tinham que seguir as diretrizes de prevenção de vírus elaboradas pelo Instituto Norueguês de Saúde Pública.

Eles incluíam distanciamento social (um metro para exercícios no chão, dois metros para aulas de alta intensidade), além de melhorar a higiene das mãos e da superfície, enquanto todas as estações de treino receberam desinfetantes para que fossem limpos após cada uso pelo membro.

A equipe da academia também controlava o acesso às academias, para garantir medidas de distância e evitar a superlotação. Os vestiários estavam abertos, mas os chuveiros e saunas estavam fechados.

A equipe de pesquisa testou cada pessoa quanto à SARS-CoV-2 por amostragem auto-administrada de naso, orofaringe e escarro após duas semanas – e doença clínica por ligação aos registros eletrônicos dos pacientes após três semanas.

No grupo que treinou em uma academia, 81,8% treinaram pelo menos uma vez e 38,5% visitaram uma academia seis vezes ou mais, com o restante variando entre essas duas medidas.

Dos 3.016 indivíduos que retornaram os testes de SARS-CoV-2 PCR, houve um teste positivo, mas esse indivíduo positivo que fazia parte do “grupo da academia”, não haviam visitado a academia antes do teste positivo e o rastreamento de contato constatou que ele foi infectados no local de trabalho.

Durante o estudo de três semanas, não houve visitas ambulatoriais ou internações devido ao COVID-19 em nenhum dos grupos.

Além disso, dos 91 funcionários que trabalharam nas instalações de treinamento durante o período experimental e concordaram em fornecer dados, 83 (91,2%) foram testados para SARS-CoV-2 e nenhum foi positivo.

Em conclusão, as pesquisas declararam: “Nosso estudo não mostrou transmissão de vírus ou aumento da doença COVID-19 relacionada à abertura de instalações de academia, fornecendo boas rotinas de higiene e distanciamento social.

“Pela lei de emergência, todas as instalações de treinamento foram fechadas na Noruega durante a pandemia. O fechamento foi justificado pelo pressuposto de que a atividade de treinamento nas instalações aumentaria o risco de transmissão de vírus entre os membros das instalações e, portanto, a doença de COVID-19 entre os membros, funcionários e comunidade.

“No entanto, medidas básicas de higiene das mãos e de distanciamento social – assegurando uma distância de 1 a 2 metros entre os indivíduos – são medidas comprovadas e importantes de proteção à transmissão de vírus. Elas são baratas, fáceis de aplicar e não exigem grandes recursos”.

“Durante a pandemia do COVID-19, os países introduziram o fechamento de importantes atividades da sociedade porque se supunha que as medidas simples não seriam suficientes para conter a transmissão de vírus.

“No entanto, se a contenção de vírus, incluindo rastreamento de quarentena e contato, higiene das mãos e medidas pessoais de distanciamento social forem suficientes para impedir a disseminação do vírus, o fechamento poderá ser evitado e, portanto, prejudicado.

“Nosso estudo procurou testar se o fechamento de academias é necessário ou se as instalações abertas podem fornecer higiene e distanciamento social suficientes para impedir a propagação do vírus”.

“Se medidas de higiene e distanciamento forem alcançadas, assumimos que seria seguro abrir academias e instalações de treinamento.

“Como mostram nossos resultados, não houve aumento de doenças relacionadas ao COVID devido à abertura de academias e instalações de treinamento”.

Para baixar e ler o estudo completo – intitulado Reabertura aleatória de instalações de treinamento durante a pandemia do COVID-19 – clique no link abaixo:

https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.06.24.20138768v1.full.pdf

Fonte: https://www.healthclubmanagement.co.uk/health-club-management-news/COVID-19-SATS-STOLT-EVO-Fitness-Michael-Bretthauer-University-of-Oslo/345783

7 Problemas que você pode ter por passar muito tempo sentado.

Um grande número de pesquisas comprova que sentar por longas horas faz mal à saúde – sim, exatamente o que pessoas que trabalham em escritório fazem todos os dias. Confira quais são os problemas que você pode desenvolver por passar muito tempo sentado: 

  1. Doenças crônicas

Uma pesquisa de fevereiro de 2013 com 63.048 homens de meia idade da Austrália, mostrou que aqueles que se sentavam por quatro horas ou mais, eram mais suscetíveis a desenvolver doenças crônicas, como pressão alta, doenças do coração e câncer. Aqueles que ficam sentados por pelo menos 6 horas eram ainda mais propensos a desenvolver diabetes.

 

  1. Redução na expectativa de vida

Para se ter uma ideia, reduzindo o tempo sentado três horas por dia, a expectativa de vida pode aumentar em dois anos. Um estudo do ano passado publicado na “BMJ Open” revela que diminuindo o tempo no sofá diante da TV para menos de duas horas por dia, concede 1,4 ano a mais para as pessoas.

 

  1. Doenças no rim

Outra Pesquisa revela que, quanto menor o tempo sentado, menor a chance de desenvolver doenças no rim, especialmente nas mulheres. Aquelas que conseguiram reduzir o tempo sentadas para apenas 3 horas por dia, o risco de doenças no rim diminuiu 30%.

 

  1. Saúde mental frágil

De acordo com auto-avaliações feitas por mais de 3.500 pessoas e organizadas pela “Annals of Behavioral Medicine“, a maioria delas associou o tempo em que permaneceram sentadas fora do trabalho a atividades negativas para o desenvolvimento da saúde mental.

 

  1. Obesidade e síndrome metabólica

Obesos sentam-se 2 horas e meia a mais que os demais. Quanto menor o tempo sentado, menores também as chances de desenvolver a síndrome metabólica, combinação de fatores envolvendo colesterol, pressão e triglicérides.

 

  1. Morte por câncer colateral

Segundo o “Journal of Clinical Oncology“, estudo realizado com pessoas diagnosticadas com câncer indicou que aquelas que ficaram menos paradas, reduziram em 8% o risco de vida.

 

  1. Morte

Estudo divulgado em março deste ano na “Archives of Internal Medicine” analisou mais de 200.000 australianos de meia-idade e mostrou que pessoas que sentavam mais de 11 horas por dia apresentaram mais de 40% de risco de morrer em três anos. Para aqueles que se exercitavam pelo menos por 5 horas na semana, o risco é bem menor.

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI331927-17770,00-PROBLEMAS+DE+SAUDE+QUE+VOCE+PODE+TER+POR+PASSAR+MUITO+TEMPO+SENTADO.html

Começando a se exercitar? Busque frequência e não resultados

Para fazer mudanças que irão durar anos na sua vida, o segredo é dar um passo por vez, por muitos dias. A chave do sucesso é a frequência e não a perfeição. 

Calendários com várias datas riscadas, indicando frequência.

Frequência é mais importante do que fazer as coisas com o foco nos objetivos finais na hora de conquistar metas e sonhos. Foto Abbey Placements.

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EXERCÍCIO FÍSICO E IMUNIDADE – PARTE 3: DOENÇAS AUTOIMUNES

Você sabe o que são doenças autoimunes?

Na Parte 1  da nossa série sobre “Exercício Físico e Imunidade” nós explicamos que o sistema imunológico funciona reconhecendo o que é próprio e o que é estranho (como vírus e bactérias) para o nosso organismo. Além disso, mostramos que ele possui estratégias para eliminar esses invasores e nos defender de doenças (como, por exemplo, a produção de anticorpos). Você também aprendeu que problemas no sistema imune podem resultar em imunodeficiências  e nos deixar mais vulneráveis a infecções.

As doenças autoimunes, por sua vez, são um grupo de doenças que têm em comum a produção de anticorpos contra componentes do nosso próprio corpo. Por razões ainda desconhecidas, o nosso sistema imune fica confuso e reconhece as nossas próprias proteínas como agentes invasores. Ele acredita, então, que nosso corpo está em perigo e reage, produzindo anticorpos e atacando a si mesmo. Assim, no diabetes tipo 1, por exemplo, ocorre uma produção inapropriada de anticorpos contra as células do pâncreas que produzem insulina, levando a sua destruição e dando assim origem ao diabetes. Já na artrite reumatoide, o corpo passa a produzir anticorpos contra as articulações, gerando dor e algumas vezes deformações. Dessa forma, é como se o nosso próprio corpo nos deixasse doentes!

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